“Como é possível, será que eles também sobreviveram?”, perguntou M. a A. O casal dirigiu-se rapidamente para o intercomunicador que os ligava ao exterior da nave e começou um verdadeiro inquérito: “Também sobreviveram? De onde vêm? Sabem de mais alguém como nós?”
Mas a tentativa revelou-se inglória. A mulher continuava a sorrir como um ser estático, simplesmente não percebia nada do que lhes estavam a tentar dizer. A. e M. decidiram tentar mais uma, desta vez por gestos.
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